
Era o ano de 1884 e estava ocorrendo mais um pogrom, um ataque à comunidade judaica de um pequeno povoado nos arredores de São Petersburgo. O inverno russo prosseguia em seu ápice. Os ventos rugiam com força, a neve caía inclemente, e uma jovem mulher grávida gritava em agonia, enquanto era ajudada por três parteiras de uma comunidade de pastores de cabras. A família dela já devia estar morta, caçada pelos executores mandados pelo Czar, e sua vida também estava por um fio.














